CRISTIANISMO

CRISTIANISMO

A princípio devemos considerar como corretas as doutrinas que se baseiam no evangelho de Cristo, simplesmente por que não há argumento que refute a lei maior ‘Amar o próximo como a ti mesmo’. Não existem argumentos que refutem e tornem falso o que é baseado na Verdade. Mas graças a falsas interpretações dos evangelhos, graças á ganância e egoísmo dos seres humanos envolvidos no clero e hierarquias eclesiásticas, a mensagem do esclarecimento se tornou uma mensagem controvertida e obscura.

Grande prova disto foi a própria Inquisição, onde a Igreja quebrava o maior mandamento ‘em nome de Deus’!!! Como se os ‘hereges’ pudessem prejudicar o próprio Deus e a Igreja tivesse que defendê-lo!!!

A ignorância á respeito dos textos sagrados faz com que hoje milhares de pessoas se digam cristãs e recusem olhar o próximo sequer como ser da mesma espécie!

Cristãos aos milhares são os que quebram os 10 mandamentos e o mandamento maior, e se julgam dignos do Paraíso…

E até nisto estas criaturas estão enganadas, nesta imagem de Céu e Inferno propagada pela Igreja Católica, deturpação da Verdade maior, criada unicamente com o propósito de dominar os crentes pelo medo de um inferno eterno, onde a única salvação seria seguir cegamente os dogmas impostos pela própria Igreja…

Na Idade Média a Igreja representava o maior poder sobre qualquer povo da Europa que estivesse de acordo com a estrutura feudal. O Clero representava mais uma face do poder terreno, e cada vez mais se encarregava de manter ignorante o povo a respeito da mensagem de Cristo em sua verdadeira essência. Nenhuma informação a respeito da reencarnação, apesar de Cristo ter dito claramente ‘Só chega ao pai quem nascer de novo’.

Quanta informação importante as Igrejas seguidoras da mensagem de Cristo deixam de fornecer, e quantos dogmas inúteis elas poderiam retirar de seus ensinamentos…

Não nos espantamos hoje se alguém diz que Deus não existe, ou que Cristo é uma farsa. É apenas a resposta lógica para tantos abusos e fraudes realizadas pela história da Igreja. Se a Igreja não tem crédito, a culpa é dela mesma, que se desviou da Verdade desde o início do seu estabelecimento como Igreja Católica Apostólica Romana…

Porém, graças á Lutero, todos atualmente podemos ler a Bíblia em nosso idioma, e não poderemos mais culpar as Igrejas pela nossa ignorância.

A mensagem está a disposição há 2 mil anos, pelo menos 500 anos aberta á todos (quando Lutero bravamente traduziu seus textos do grego para o alemão, contra a vontade da Igreja Católica, da qual foi excomungado).

BÍBLIA – OS TESTAMENTOS

Mas agora enfrentamos novo problema: como interpretar o que está escrito aparentemente de forma totalmente enigmática? Muitos param no início da Gênese: Deus criou Adão, Eva, Paraíso… Como foi que o terceiro filho de Adão e Eva casou-se como uma jovem sendo que eram os únicos no paraíso?

Este tipo de interpretação literal é responsável pelo grande número de seres humanos que pregam ser a Biblia uma farsa.

O primeiro livro escrito por Moisés, a Gênese, relata o aparecimento do ser humano enquanto consciente de sua individualidade, de forma poética e metafórica, de modo que pudesse ser compreendido pelo povo que o recebeu naquela época, cerca de 5 mil anos atrás. A Gênese trás informações bastante precisas á respeito de toda a formação do Universo, do planeta, da sua formação geológica e do aparecimento das diversas espécies , de modo cronologicamente correto, bastando que olhemos sua informação através da ótica metafórica: dias de criação são milhares á milhões de anos, Adão e Eva representam metaforicamente o início da civilização enquanto consciente de seu papel no mundo (em busca de conhecimento e não apenas vivendo no Paraíso como os animais), e a partir daí se confundem dados poéticos e metafóricos com registros reais de personagens que realmente existiram e que antecederam o aparecimento daquele povo que posteriormente foi reconhecido como povo hebreu.

Muitos não sabem que o primeiro testamento relata em sua maior parte a história do povo judeu, e são poucos os que sabem que a razão desta escolha se baseia no fato de serem os judeus o único povo monoteísta na época (Cerca de 2 a 3 mil anos antes de Cristo). O povo egípcio, assim como os outros povos contemporâneos eram em sua maioria politeístas, assim como outros povos que cultuavam diversos deuses de diferentes formas, muitas vezes com sacrifícios de animais e até humanos.

Sendo assim, iniciou-se um registro escrito á partir dos relatos de Moisés que colocou em palavras sua interpretação á respeito da formação do universo e, posteriormente, do aparecimento do ser humano.

Moisés registrou tudo sob o prisma de que tudo o que existe foi criado por uma forma única de inteligência, que uma divindade superior aos seres humanos seria responsável pela existência do equilíbrio perfeito das leis da natureza. Esta divindade única denominada como Deus fez diferir este povo dos outros da época, que ainda consideravam que cada fenômeno natural era atributo de uma divindade distinta. O povo de Abraão evoluiu no conceito de unidade das manifestações da natureza, e não mais acreditava em vários deuses, mas atribuía tudo ao mesmo Deus .

(Assim como a ciência de hoje define que todo o Universo provém de um evento único, o Big Bang; estamos quase confirmando cientificamente a existência de Deus, pois sabe-se que após esta suposta explosão inicial tudo se ordenou no Cosmos de modo estranhamente perfeito, como se uma inteligência perfeita estivesse por detrás de todos os eventos astronômicos sucessivos responsáveis por estarmos, por exemplo, respirando e conscientes da nossa própria existência neste pequeno planeta..)

ABRAÃO, MOISÉS E O ISLAMISMO

Abraão, citado na Bíblia como o patriarca do povo judeu, é também aclamado pelos islâmicos como o primeiro muçulmano. A história de Abraão, que pode ser considerada uma história real ou uma metáfora exemplificando a crença monoteísta: relata um homem que para mostrar obediência a Deus (ou Jeová, ou Alá), se dispõe á matar seu filho primogênito.

Na bela história bíblica Deus, para testar a fé de Abraão, propõe que este leve seu filho ao sacrifício em sua devoção. Abraão é tão firme em sua crença em Deus que concorda. Somente quando está prestes á sacrificar seu filho é que escuta a voz de Deus lhe dizendo para parar, pois apenas queria provar a sua fé.

Ainda no que concerne ao primeiro testamento, temos a história de Moisés e de como libertou o povo judeu da escravidão no Egito. (A Páscoa, para os judeus, celebra justamente o dia da libertação, com alimentos semelhantes aos que foram consumidos neste período, como o pão amargo sem fermento – pão ázimo).

Moisés foi criado como egípcio, seu nome egípcio era Osarsiph, e, como iniciado nos ritos dos sumos sacerdotes, pois que foi criado como filho da irmã do faraó, teve acesso aos mais diversos e profundos conhecimentos á respeito da vida espiritual, do desdobramento do corpo, e das muitas alterações de matéria e magia que posteriormente eram descritas como milagres (como as transformações de água em sangue, relatadas nas pragas bíblicas). Assim Moisés adquiriu o conhecimento necessário para que posteriormente pudesse realizar o seu papel como libertador e guia dos judeus, então escravos dos egípcios, para a chamada Terra Prometida de Canaã.

Evangélicos atualmente desfiam a Bíblia, especialmente o primeiro testamento, trocando erroneamente de lugar com os judeus da história, se colocando como o povo escolhido (os seguidores de cada doutrina evangélica se degladiam pela posição de povo escolhido). Esquecem que o primeiro testamento é apenas um registro inicial da história de um povo determinado, devido ao papel que este povo teria posteriormente, como nação de onde surgiria posteriormente o Messias anunciado. Aliás povo este que mesmo depois de tanta profecia, se recusou á aceitar Jesus de Nazaré como o Messias, acusando – o de agitador, e posteriormente levando – o á crucificação (onde se lia em sua cruz – Rei dos Judeus, como uma piada dos romanos..). O povo judeu espera a chegada do messias até hoje..

Paradoxalmente, a palavra evangelho (donde surge ‘evangélicos’) se refere aos ensinamentos de Cristo, ou seja, segundo testamento (ou Novo Testamento). Se dizem evangélicos e pararam no primeiro testamento…

Sendo assim deveriam se entitular evangélicos aqueles que realmente estão seguindo e pregando a palavra de Cristo, e não histórias do primeiro testamento, onde Deus aparece como um ser vingativo e punitivo. Os verdadeiramente evangélicos são aqueles que pregam o amor ao próximo, e um Deus de amor, e não de punição. A punição e justiça divina existem muito além do que imaginamos, e atuam incansavelmente nos mecanismos lógicos da reencarnação e do carma.

Se quisermos utilizar o primeiro testamento como regra de conduta, deveremos nos ater unicamente aos dez mandamentos propostos por Deus á Moisés. Jamais surgirá alguém que com argumentos lógicos refute qualquer um destes mandamentos, e parece igualmente lógico que se TODOS nós seguíssemos estas dez leis provavelmente não teríamos que nos submeter á extensa coleção de leis terrenas ‘civilizadas’ que conhecemos atualmente.

As outras leis da época, chamadas leis mosaicas, tinham utilidade somente para aquele povo determinado, naquela circunstância determinada. Até a chegada de Jesus o povo ainda era bastante rebelde e a única maneira que Moisés encontrou para manter uma certa ordem foi a adoção destas outras medidas, com intuito de manter o povo pelo medo, já que ainda não estavam maduros o suficiente para se manterem pela lógica.

No Êxodo e no Levítico (segundo e terceiro livros do primeiro testamento) encontramos uma série extensa de regras, leis e ordens que abrangiam toda uma coleção de cultos, sacrifícios e holocaustos. Todos estes são detalhados minuciosamente nestes livros, pois estes textos eram , na época, a lei única que regia todo um povo. Assim, mesmo que atualmente nos espantemos ao ler como se deve sacrificar uma pomba, um cordeiro ou um bode, naquela época estes procedimentos eram comumente adotados como parte da adoração ao Senhor, e eram a prova da manifestação da fé e do respeito do povo ao Deus único. Porém é preciso que se diga que estas regras foram então relegadas no advento de Cristo, que deixa bem claro, no seu evangelho, que não há mais necessidade deste tipo de sacrifício e holocausto, já que ele trazia consigo o mandamento maior, que vinha para substituir todas estas leis e regras anteriores: o amar á Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Desta forma, podemos logicamente concluir que quem segue este mandamento está automaticamente seguindo os dez mandamentos, e então percebemos que todas as outras leis que regiam o sacrifício de animais e holocaustos estavam sendo abolidas por Cristo, que trazia a evolução do ensinamento no seu Evangelho.

O primeiro testamento, em sua grande parte, é apenas um registro de fatos históricos do povo judeu, além de inúmeras passagens onde os diversos profetas aludiam á chegada do Messias.

Jesus comprovou ser o Messias alardeado no velho testamento pelo teor de seus ensinamentos, pelas curas magnéticas (ou classificadas pela Igreja como Milagres), e pela lógica total em todos os seus ensinamentos.

Muitos trechos do seu evangelho são mal interpretados, muitas palavras expressas fora de contexto, deturpadas de toda a forma para fazer crer nos dogmas absurdos da Igreja.

Podemos agora culpar a Igreja por todas as conseqüências da sua arbitrariedade, porém só podemos culpar a nós mesmos por não seguirmos preceito tão lógico como amar ao próximo como a nós mesmos.

Somente o nosso egoísmo faz com que quebremos esta lei, e somente a sabedoria e o amor levarão a Verdade.

Conhece-te a ti mesmo


`Para o aprendiz que quisesse estudar as ciências esotéricas (há) um duplo objetivo:
provar ser o homem idêntico, em essência física e espiritual, ao Princípio Absoluto e ao Deus da Natureza (ou a Deusa da magia) e
demonstrar a presença nele do mesmo poder potencial existente nas forças criadoras da natureza – um perfeito conhecimento das correspondências entre CORES, SONS e NÚMEROS.
É do total conhecimento e compreensão do significado e potência destes números, em suas combinações variadas e multiformes, em sua correspondência mútua com sons e palavras e cores ou VELOCIDADES do MOVIMENTO (representada na ciência física pelas VIBRAÇÕES) que depende o progresso do que estuda as ciências ocultas`

Blavatsky em A Doutrina Secreta
Chegou o tempo em que tudo o que estava escondido será revelado. Estamos nos dias em que finalmente turo isto irá fazer sentido para todas as pessoas que estiverem buscando a verdade sobre a razão da vida.
Este texto de H.P.Blavatsky foi escrito em 1855!!!!

continuando: `os nossos SETE sentidos correspondem a cada setenato da natureza e em nós próprios. Fisicamente, ainda que invisível, o INVÓLUCRO ÁURICO HUMANO (o amnio do homem físico em cada etapa da vida) tem 7 camadas, tal como tem o espáço cósmico e a nossa epiderme física. É esta Aura que de acordo com nosso estado físico, ou nos mostra outros mundos, ou nos veda completamente tudo, exceto este mundo tridimensional da matéria.

Cada um dos nossos 7 sentidos físicos (dois dos quais ainda são desconhecidos pela ciência profana) e também cada um dos nosso 7 estados da consciência:
vigília
devaneio
sono natural
sono induzido ou transe
psíquico
superpsíquico
puramente espiritual

Correspondente a um dos 7 planos cósmicos, desenvolvem e usam um dos 7 sentidos, e estão diretamente em conexão , em seu uso no plano terreno – espiritual , com o centro de força cósmico que lhe deu origem, sendo seu criador direto.
Cada um de nós está também em conexão e sob a influência direta de cada um dos 7 planetas sagrados.`

o texto seguinte é do livro que estou lendo: O Reino dos Deuses de Geoffrey Hodson
`Assim o Logos e o homem não são somente unos e essência, mas tudo que há no logos, inclusive o sistema solar, é inato no homem. A sua constituição é precisamente similar, sétupla. O Homem, como Mônada (que é a parte puramente espírito ou luz) , é também imanente ou transcendente, em seu campo de manifestaçao, que são seus 7 princípios.
O poder e os processos criadores pelos quais um sistema solar vem a existencia tambem
operam na procriação humana e subsequente desenvolvimento corporal. (…) O Homem é o próprio estudo da humanidade e Homem conhece-te a ti mesmo, pois quando o homem conhece a si verdadeiramente , conhece TUDO `

Origem Africana de todos os Homens

 

ORIGEM DO HOMEM – ÁFRICA

Atualmente, graças a estudos recentes baseados em pesquisa genética, sabemos que todos nós descendemos de uma geração de nômades que, saídos do continente africano, colonizaram pouco a pouco todo o planeta. Esta conclusão simples e polêmica nos foi dada através de um estudo que, mapeando o DNA mitocondrial, nos levou á saber que todos nós partilhamos o mesmo DNA.
O DNA mitocondrial é uma partícula genética através da qual é possível se rastrear os antecessores de um indivíduo, ou seja, é uma partícula geneticamente transmitida, e que permanece como uma ‘marca’ do indivíduo, caracterizando todos os seus descendentes. A sua principal característica é a de ser passada somente através dos indivíduos do sexo feminino, ou seja, a mãe transmite á filha, que transmite é sua filha, e assim continuamente. E a sua presença determina que há parentesco entre os indivíduos, por herança materna.
Foi feita uma pesquisa deste DNA, e a conclusão surpreendente do estudo é a que todos nós temos a mesma característica deste DNA, o que levou os estudiosos á concluirem que todos nós descendemos da mesma mãe genética.
E esta mãe, a nossa Eva, tem origem no continente africano, era negra, e foi a responsável pela geração bem sucedida que conseguiu sobreviver ás adversidades e colonizar todo o globo, partindo da África, seguindo pelo Oriente médio, e se dividindo em tribos que colonizaram leste , oeste, norte e sul do planeta.
Através deste estudo, sabemos que toda a nossa diferença fenotípica (ou seja, as diferenças externas como cor da pele e dos olhos, p ex.) se deve basicamente á mudanças adaptativas que sofremos devido á mudanças climáticas e alimentares entre todas.
Sendo assim, quando estávamos no continente africano éramos negros pois o sol assim nos fazia, e éramos altos porque nossa alimentação assim nos permitia ser. Conforme caminhamos para o continente asiático, a mudança de clima e de alimentação nos tornou um pouco mais baixos, pelas alterações alimentares principalmente.
Assim como nos tornamos mais brancos conforme nos adaptávamos ao clima e ao sol europeu.
Tudo isto hoje não é apenas uma suposição, mas um fato, comprovado pela ciência.

Quanto mais avançamos, mais a ciência vai confirmando tudo aquilo que os textos sagrados nos dizem há mais de 10 mil anos…

Porém é preciso que se desenvolva nosso senso crítico e que deixemos de lado as idéias pré concebidas para podermos finalmente vislumbrar a Verdade sobre nós mesmos e nossa função neste planeta.
Antes de nos aprofundarmos sobre a reencarnação é necessário que tenhamos conhecimento sobre os diversos invólucros, ou meios de manifestação do espírito na matéria.
Nós somos mais do que o corpo humano físico que nos serve de morada e instrumento neste mundo. Além do nosso corpo físico, apresentamos ainda mais dois elementos de importância: o duplo etérico e o corpo astral.

 

Sobre a Carne,

Comer carne,

eu não gosto do sofrimento animal, não gosto da maneira como tratam os animais chamados de corte, não gosto do fato da carne ter se transformado de prêmio do caçador em uma economia industrial.

 

Carne é necessário ao nosso corpo humano enquanto corpo animal. Carne não é necessário ao nosso corpo humano em evolução à algo superior, mais espiritualizado.

Carne é um luxo. Carne são animais! Animais que morrem todos os dias pra suprir nosso desejo também animal.

 

Se todos parassem de comer carne o que fariam com os animais de corte? 

Continuariam matando pra suprir uma série de outras indústrias: couro, cartilagens, vísceras, dentes, intestinos, tudo do animal é aproveitado para uma ou outra coisa, não se iludam achando que parar de comer carne vai dar fim ao sofrimento dos animais, porque não vai.

 

Vamos começar pela parte que mais me interessa: o sofrimento!

 

O animal morre, ponto. Mas antigamente, e ainda hoje segundo alguns povos e religiões, o animal morre com dignidade, com respeito: a morte dele serve à nosso corpo, à nossa fome, e por isso é feita de maneira à não se esquecer deste sacrifício. Assim é na cultura judaica, assim é na cultura muçulmana, assim é na cultura indígena.

 

Quem assistiu o filme AVATAR lembra da maneira como o povo azul agradece ao animal antes de matá-lo ? 

 

A carne em si é só o corpo! Corpo do animal, músculos , que comemos pra enviar proteinas aos nossos próprios músculos, gordura que ingerimos para suprir nossa própria necessidade de gordura animal na formação dos nossos hormônios e para carrear nossas vitaminas.

 

A carne é corpo, se não for usada como comida será jogada fora e apodrecerá, e para nada terá servido a morte do corpo.

 

O que importa é o sofrimento! Pois o sofrimento do animal leva à impregnação de substâncias e energias ruins na carne, e estas irão fazer mal a quem come. O sofrimento animal não é só deletério pra quem come a carne, mas é CRUEL! 

 

Animais são como crianças na natureza: puros, curiosos, prontos ao aprendizado, inocentes, e indefesos contra a crueldade sem limites do ser humano.

 

Animais nunca deveriam sofrer pelas nossas mãos.

 

Então penso: eu gosto de comer carne, mas não gosto da maneira como ela chega até mim. Seria mais correto se eu tivesse uma fazenda e os criasse de maneira correta e na hora do abate também o fizesse da maneira correta: com respeito, com agradecimento, e com o menor índice de dor possível.

 

Isso existe?

 

Existe! Existem hoje fazendas que criam o gado solto, para que passem seu tempo de vida sem sofrimento e em liberdade. São as carnes chamadas verdes, de animais que se alimentam de pasto. Se você conhece , divulgue pra que todos possam saber quem são!

E o respeito na hora do abate? 

 

Existe também: nas carnes abatidas segundo preceitos religiosos, como as carnes Kosher. 

 

A perfeição seria unir estes dois elementos: a criação correta e o abate correto. Já é possível quanto a carne bovina. Gostaria de ter mais informações sobre isso em carne de aves e outras. Quem tiver esta informação por favor dividam com o mundo.

 

Só fica o problema da carne suína: pois os abates religiosos não incluem o porco, e agora? Como faço pra comer carne de porco de maneira correta? Ainda não sei, se alguém souber, por favor: me diga!

 

Só não falem, por favor, como muitos vegetarianos falam, que tem nojo de carne! Pois isto pra mim é o cúmulo da falta de respeito com o animal!! Ele JÁ está morto, então mesmo se não vai comer pelo menos demonstre respeito e não diga que tem nojo, ok? Diga sempre que tem dó, mas NUNCA nojo!

 

 

Este mundo é transitório, o corpo é matéria, e a carne que comemos também é, mas a dor, o respeito e o amor são valores do espírito, e são ETERNOS COMO NÓS. Pensem nisto!

 

quer fazer a diferença?  busque aqueles que estão cuidando da criação dos animais com respeito e aqueles que os matam com dignidade. E sempre agradeça na sua mente quando for comer o corpo deles, pois lembre-se, eles morreram pra que VOCÊ tivesse seu bife de cada dia.em vida livre

 

Igreja Católica – Igreja Cristã?

IGREJA CATÓLICA

A Igreja Católica deveria ter sido responsável historicamente pela transmissão dos ensinamentos deixados por Cristo, já que se defende de todas as acusações com o escudo de que é a Igreja que foi fundada por Cristo, o qual passou a missão para o apóstolo Pedro . Porém o que ocorre realmente é que a Igreja Católica não é a sucessora da Igreja de Cristo, pois seu caminho foi obstruído pela ambição humana, e apenas os resquícios hoje sobram do que um dia foi a Igreja de Cristo.
A Igreja referida na Bíblia é a Igreja do Caminho, onde os apóstolos de Cristo transmitiam as informações contidas no evangelho e promoviam curas espirituais.
A Igreja de Cristo foi a responsável inicialmente pela perpetuação do cristianismo, que durante muito tempo foi perseguido implacavelmente durante o Império Romano.
Cristo nasceu durante o Império de Otaviano. Seu período de pregação aos apóstolos ocorreu durante o Império de Tibérius, de 14 a 34 d.C. Foi durante este período que Cristo foi também entregue à justiça romana pelos judeus e foi então crucificado.
Após Tibérius o Império foi então governado sucessivamente por Calígula (37 – 41dC), Claudius (41 – 54) e Nero (54 – 68).
Durante a época de Nero as perseguições eram feitas explicitamente, sendo os cristãos alvos de todo o tipo de tortura como crucificações em massa e lutas com leões nas arenas da antiga Roma. Foi inclusive quando o Império estava sob seu comando que o apóstolo Pedro foi martirizado (68dc).
Este período do Império se denominava Alto Império, e se caracterizava pelas mais diversas formas de cultos religiosos a diversos deuses, cultos a pessoa do Imperador, toda uma miscelânea de Deuses devido à anexação de diversas culturas pelos romanos. É bem conhecido atualmente o grau de degradação moral que se encontrava o povo romano, sendo que o único conhecimento esclarecedor ocidental se encontrava no cristianismo.
Durante este período da história do cristianismo as curas espirituais (ou trocas de energia) eram amplamente difundidas e realizadas pelos apóstolos nas Igrejas do Caminho. É a isto que se refere a Bíblia quando constatava a ação do Espírito Santo.
O Espírito Santo é a denominação dada para todo auxílio vindo das esferas superiores, onde seres nos auxiliam e guiam pela senda do amor pregado por Cristo.
Porém este amor logo foi substituído, no decorrer da história, pela ganância e ambição, e este parou de se manifestar, sendo que nas missas e cultos cristãos de hoje restam apenas os gestos do pastor ou padre.
Durante o período denominado Baixo Império, o Imperador Romano Constantino I se converteu ao cristianismo , em cerca de 313 d.C, e através do Edito de Milão estabeleceu que a Igreja então faria parte do Império Romano, estando sob sua custódia e proteção.
Durante todo o período em que esteve associada ao império romano a Igreja foi estabelecendo-se em todos os lugares do império, que ia sendo constantemente ampliado nas mãos dos imperadores que se sucediam. Foi justamente na época de Constantino que foi fundada Constantinopla, se tornando a nova capital do Império.
Porém após a morte do Imperador Teodósio I, no período entre 395 – 410 d.C, o império foi cindido em 2: para ser dividido entre seus filhos Arcádio e Honório.
O Império Bizantino, que abrangia a capital Constantinopla foi o que resistiu aos bárbaros até o final da Idade Média (1453). Enquanto isso o império Romano do ocidente desmorona sob as invasões , até por fim ser saqueada pelos vândalos (410 – 455), ser fragmentada em diversos reinos bárbaros e finalmente ter o seu último imperador, Rômulo Augustulo destronado por um bárbaro, em 476dc.

Durante a Idade Média (que se sucedeu historicamente até a queda de Constantinopla em 1453), a Igreja manteve seu poder devido ao sistema feudal da sociedade da época, pois devido ás constantes ameaças bárbaras desenvolveu-se um sistema de ‘auxílio’ baseado na troca: em troca da proteção dos cavaleiros os camponeses se sujeitavam à um regime de exploração pelos senhores do feudo. E o único traço que unia os diferentes feudos era a sua ligação religiosa, pois à esta altura a Igreja Cristã havia conquistado à todas as classes, e todos temiam ao Deus que a Igreja fez crer seu de seu domínio.
Baseados na união religiosa o sistema feudal cristalizou o poder da Igreja, mais precisamente o poder dos que se diziam pregadores da palavra de Cristo. Mediante tal poder a ganância se acentuou e não é difícil entender porque foi tão vantajoso para a Igreja Católica estabelecer o Céu e o Inferno perpétuos.
Os imperadores eram eleitos pelos príncipes, e associavam-se ao clero para aumentar seu poder.
O Clero! Sob o disfarce de ser sucessor do trono de Pedro o Papa fazia crer ter todos os poderes, terrenos e espirituais, incluindo o poder sobre a vida das pessoas..
Foi instituída sob este disfarce a Monarquia Eclesiástica, que assim como qualquer tipo de monarquia não media atitudes para a manutenção do Poder.
A Igreja passava por esta época por uma crise tríplice: a crise da autoridade (devido à cisma com o império Bizantino), crise de unidade (pela perda do ramo Oriental), e crise de espírito, devido ao desgaste moral á que estavam se submetendo os envolvidos nela.
Através da monarquia eclesiástica foram instituídos o dízimo (que financiava as Cruzadas: massaacre de milhares de pessoas ‘em nome de Cristo’), os direitos de despojos e as indulgências, todos estes elevando o arsenal fiscal do Vaticano.
Com a instituição das indulgências pelo Papa Alexandre VI (O Borgia) percebe-se claramente a que ponto chegaram as deturpações a respeito dos ensinamentos de Cristo: dinheiro em troca do ‘perdão dos pecados’!
Como a Igreja havia já havia obscurecido os textos bíblicos em que Cristo elucidava a reencarnação, e adicionado à isto uma interpretação de Inferno ou Céu infinitos e imutáveis, não é difícil percebermos porque as pessoas não hesitavam em pagar para se livrar dos seus pecados e assim garantir que não iriam padecer no inferno!!
Dentre os muitos usos que a Igreja fazia deste dinheiro estava a reconstrução da Igreja de S. Pedro, especificamente na bula estabelecida por Alexandre VI em 1499.
Data-se também desta época o mecanismo da Inquisição, também uma conseqüência da falta de informação de todos á respeito da realidade espiritual.
A Igreja perseguia todos aqueles que eram considerados seguidores de Satã, incluindo aí as denominadas bruxas.
Bastava alguém conhecer os poderes curativos das plantas, ou oferecer curas mediúnicas que logo eram taxados de hereges e queimados nas fogueiras da Inquisição, para que a Igreja pudesse defender a Deus!!!!!
Milhares de pessoas torturadas, assassinadas, queimadas, tendo seus bens espoliados pela Igreja, seus filhos torturados em praça pública, em nome de ‘Cristo’!!
Data deste período o horroroso texto Malleus Maleficarum. (Publicado sob o título de Martelo das Feiticeiras), escrito em 1484 pelos inquisidores Heinrich Kramer e James Sprenger, espécie de Guia Para Identificação de Feiticeiras, onde os autores abusam de informações desconexas e da ignorância á respeito dos mecanismos espirituais para classificar os ditos hereges, justificando o seu assassinato nas garras da Inquisição.
Onde estaria o ‘amai ao próximo’?
Nesta época os textos bíblicos se encontravam não mais nas mãos do povo, como no início do cristianismo, mas unicamente nas mãos do Clero!
As pessoas compareciam à missa, rezada em latim, onde o Padre simulava uma ‘comunhão’ com Jesus, e negava a todos a importante informação da Verdade.
Até hoje a Igreja ocupa-se em ressaltar como Cristo foi cruelmente assassinado porém inexplicavelmente nunca esclarecem o que Ele realmente teve como objetivo de sua dolorosa encarnação: guiar os homens!
Sob o véu da ignorância milhares de pessoas apedrejavam seres do mesma espécie em nome daquele que pedia unicamente ‘amai e perdoai’.

Porém logo se manifestaram as vozes sequiosas de justiça, personificadas na figura de Martin Lutero.
Lutero, que foi ordenado sacerdote da Igreja Católica em 1507, diante do evento vergonhoso do comércio de indulgências, inicia um combate à hipocrisia da Igreja Católica, no qual é duramente perseguido, caluniado, e inclusive excomungado pelo Papa, apesar de ser Licenciado em Teologia e ensinar os textos bíblicos na Universidade de Wittemberg.
Lutero no entanto já estava convencido que a Igreja Católica não mais era digna de seu respeito, pois deveria respeitar primeiramente ao que Cristo havia ensinado, e se isto estava em desacordo com as atitudes da Igreja, optou por Cristo.
Promoveu então a tradução da Bíblia do grego para o alemão, permitindo assim que todas as pessoas pudessem ler a mensagem de Cristo, sem a interferência do Clero. Porém faltava também a Lutero a informação tão fundamental à respeito da reencarnação.
Hoje, graças á este espírito que devido à muitas semelhanças é considerado como a reencarnação do apóstolo Paulo, temos a oportunidade de termos os textos sagrados nas nossas mãos, para lermos a verdade por nós mesmos. Mas sem a chave correta, a informação bíblica se torna confusa e delirante em metáforas de difícil compreensão.
É preciso relembrar á todos que Paulo se destacou entre os apóstolos por ser aquele que se destinou à pregar a palavra de Jesus para os não judeus, considerados os gentios da época. (Analogamente a Lutero, que possibilitou que não só os membros do Clero e das Universidades pudessem ter acesso à Bíblia)

As doutrinas ditas místicas que se difundem muito atualmente nada mais são do que fragmentos do Todo sendo compreendido e assimilado pelos espíritos ávidos de conhecimento, que não se conformam de viverem estagnados em uma vida material onde o único fim conhecido é a morte do corpo físico!. Porém a denominação de ocultismo deve ser modificada, pois a verdade não deve se restringir á seguidores desta ou daquela doutrina. A verdade é única, é perfeita e imutável, quer acreditemos nela ou não.
Não devemos ter uma fé cega, mas uma fé lúcida!! A lógica deve nos guiar á verdade, não a imposição e o caminhar contra nossa própria natureza ainda tão próxima da animal.como a Igreja demonstrou seguir o ame ao próximo

Tempo

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,

dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados,

lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e

não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas

poluímos a alma;

dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;

escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar, e não esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais

cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta;

do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

Lembre- se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira(o) e às pessoas que ama,

mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor,quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

Valorize a vida, o ar, a terra.

Valorize cada segundo e tudo que ele traz.