The Universe / O Universo

If you fell outward to the limit of the universe, would you find a board fence and signs reading DEAD END? No. You might find something hard and rounded, as the chick must see the egg from the inside. And if you should peck trough that shell (or find a door) , what great and torrential light might shine trough your opening at the end of space? Might you look trough and discover our entire universe is a part of an atom on a blade of grass? Might you be forced to think that by burning a twig you  incinerate an eternity of eternities? That existence rises not to one infinite but to an infinity of them? (…) how is possible to live beyond infinity?

The great mystery the universe offers is not life but size. Size encompasses life. (…) The child, who is most at home with wonder says: Daddy, what is above the sky? And the father says: The darkness of space. The child: what is beyond space? The father: the galaxy. The child: beyond the galaxy? The father: another galaxy. The child: Beyond the other galaxies? The father: no one knows.

Size defeats us. For the fish, the lake in which he lives is the universe. What does the fish think when he is jerked up by the mouth trough the silver limits of existence and into a new universe where the air drowns him and the light is blue madness? Where huge bipeds with no gills stuff it into a suffocating box and cover it with wet weeds to die?

Se voce sair dos limites do universo será que vai aparecer uma placa com os dizeres: SEM SAÍDA? Não. Você pode encontrar algo duro e redondo, como um pássaro deve ver o ovo por dentro. E se você conseguir quebrar através do ovo (ou encontrar uma porta) que tipo de luz imensa e deslumbrante deve brilhar da sua abertura até o fim do espaço? Será que você enxergará através disso e descobrirá que nosso universo inteiro é parte de um átomo em uma folha de grama? Então você será forçado à pensar que queimando um pequeno galho você estará queimando a eternidade das eternidades? Que a existência surge não apenas em um infinito mas numa infinidade deles? (…) como é possível viver além do infinito?

O grande mistério que o universo oferece não é a vida mas o tamanho. O tamanho define a vida (…) A criança, que geralmente está em casa cheia de dúvidas diz: Papai, o que tem depois do céu? E o pai diz: a escuridão do espaço. A criança: e além do espaço? O pai: a galáxia. A criança: e além da galáxia? O pai: outra galáxia. A criança: e além das outras galáxias? O pai: ninguém sabe.

O tamanho nos derrota. Para o peixe, o lago em que vive é o universo. O que o peixe pensa quando é arrancado pela boca através dos limites prateados da existência e para dentro de um novo universo onde o ar o afoga e a luz é um azul enlouquecido? onde enormes bípedes sem guelras o enfia em uma caixa sufocante e o cobre de algas molhadas até que morra?

 

(from the book of Stephen King: The Gunslinger/ do livro de Stephen King O Pistoleiro)

 

 

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O Andrógino

retirado do livro que estou lendo (De Volta às Civilizações Perdidas – Quixe Cardinale)

“O andrógino, num dado momento da sua evolução , divide-se em duas criaturas diferentes nos sexos. Isto pode ter acontecido quando a Lua se separou da terra, violenta separação quer se refletiu também sobre as criaturas vivas. A expulsão do parto da Terra se assemelha muito ao parto humano.

Ainda hoje a mulher está ligada ao ciclo lunar, que por meio da força de atração dos líquidos lhes gera o fluxo mensal, que corresponde ao exato período de revolução da Lua, 28 dias e seis horas.

Na ruptura e divisão entre o homem e a mulher esta última sofreu uma dilaceração dos seus órgãos genitais, que ainda hoje existem em forma de cavidades, e o homem ficou com um membro de carne da exata dimensão desta cavidade.

A ferida da mulher, ainda fresca depois de milhões de anos, verte sangue a cada ciclo da lua, e quando na sua primeira conjunção com o homem verte sangue pela membrana que tenta suturar esta cavidade, o hímem.

A violenta laceração tornou hórrida estas duas criaturas, mas pouco a pouco a pele protetora, autogerada, difundiu-se sobre a superfície dilacerada. Aqueles delicadíssimos órgãos que o ser guardava com muito ciúme nas reconditas anfractuosidades do organismo,, ficaram a nu, concretaram-se, e a pele que ainda hoje conserva em alguns pontos faculdades sensoriais perdeu muitas de suas originais prerrogativas.

A superfície de junção poderia ter sido anterior, o rosto com dois olhos, nariz e a boca, o peito com os dois seios, o ventre com o umbigo e os órgãos genitais.

As últimas fímbrias de junção foram as que ainda hoje restam mais ou menos visíveis no nosso corpo.

Os órgãos genitais apresentam ainda a correspondência de uma antiga e perfeita adesão e são ainda aqueles instrumentos, o último veículo que permite , por meio do ato sexual, recompor um antigo tipo; mas nesta tentativa, como por encanto, gera-se uma outra criatura, a terceira, que no momento da criação requer que o cordão lhe seja cortado, com a finalidade de aventurar-se nas veredas da vida.

O olho deste ser primordial era único, opostos na calota craniana. Quando os dos seres se dividem, de início possuiam cada um só um olho, daí o mito dos cíclopes. O famoso terceiro olho descrito nas teorias ocultas não está colocado na fronte, mas exatamente atrás da nuca, onde hoje reside a glândula pineal, um órgão que permite o homem se beneficiar de faculdades paranormais e que pouco a pouco se atrofiou, mas hoje parece adquirir novamente as suas prerrogativas.

Enquanto o olho primordial perdia gradualmente suas faculdades, os outros dois adquiriam maior potência.

O homem, quando procurava sua alma gêmea a fim do ato procriador, movia-se em direção oposta, e o olho primitivo, agora inútil, perdia suas faculdades visuais e se retirava para o interior, onde, cristalizando-se, transform,a-se no órgão de percepção paranormal.

Se prestarmos atenção ao nosso corpo percebemos que a parte anterior é fresca, ousaria também dizer mais nova, e causa em nós certo embaraço a lembrança mitológica de Jano, a divindade de duas cabeças, e Polifeno, o gigante com um olho só”

De tal beleza poética este trecho que não pude deixar de transcrevê-lo aqui para apreciação de vocês.

já escrevi anteriormente neste blog sobre sua natureza e relação com cristais de magnetita e o senso de direção com relação ao centro magnético terrestre.

Quanto à parte da cisão dos corpos e a perfeição no ato sexual, poesia pura e bela, nunca li antes uma descrição tão interessante.

beijos a todos, e sigam em busca da Verdade, pois só ela liberta e nos permite aproveitar corretamente nosso período de vida neste corpo e neste planeta.

Lembrem-se de Mateus 5:48 (que não por acaso tenho tatuado em meu braço para nunca esquecer) : SEDE PERFEITOS

FESTIVAIS – CICLO DA VIDA

retirado do site: http://www.brazilsite.com.br/mistiscismo/wicca/wicca04.htm

(apenas acrescentei ao lado as datas das comemorações no hemisfério Sul)

Também chamada a Roda do Ano, o ciclo de Sabats é uniformemente celebrado por todas as correntes modernas de neopaganismo, uma celebração do ciclo do Sol e da Terra representados pela Deusa e o Deus.

O primeiro passo de qualquer praticante é estabelecer um forte laço com a Terra, entrar em sincronia com as estações e energias telúricas, e nestas datas energias especiais estão fluindo.

Yule (Solstício de Inverno no Hemisfério Norte, 21 de Dezembro – HS 21 de junho ): associado à Lua Nova, é o dia mais curto do ano, e o ritual simboliza o nascimento do Deus Sol, que doravante ganhará a cada dia mais força; o deus recém nascido é o novo ano que se inicia, promessa e luz, e o Sol nascente é saudado em ritual. No hemisfério Sul o Solstício de inverno ocorre a 21 de Junho.
Yule é um período de recolhimento, meditação, reflexão sobre o mundo e sua vida, em que nos conscientizamos sobre nossos hábitos, temos de nos conhecer melhor para saber onde podemos nos aprimorar. A árvore enfeitada que é símbolo de Yule nos lembra da Primavera futura, mas em parte representa a nós mesmos, e o ato de decora-la deve ser imbuído de lembranças, sentimentos e projetos para o futuro. No hemisfério Sul, ao invés de decorar pinheiros, pode-se usar laranjeiras, pois a laranja lembra o fruto solar.

Imbolc (Candlemas, 01 de Fevereiro HS – 2 de agosto): os dias são mais longos, brotos surgem na terra. O ritual de limpeza e iniciação dão personalidade ao Deus, e existe mais consciência na disposição geral das coisas. Era uma data em que se celebrava a lactação dos rebanhos, havia luz mas ainda não havia calor. No hemisfério Sul ocorre a 01 de Agosto.
Imbolc é o tempo de focalizar no espírito criativo, a Deusa honrada em geral é Brighid, deusa da poesia, cura e manufatura de metais. Em tempos modernos ler um novo livro ou fazer um curso são atividades apropriadas para Imbolc, e também aprender técnicas artesanais, ou de cura.

Ostara (Equinócio de Primavera, 21 de Março 22 de setembro): em toda a natureza existe brotos, nascimentos, o pulso da vida é tão intenso que tudo o que se plantar frutificará; o equilíbrio entre dia e noite representam a virgem e o Deus jovem que se encontram, estão atingindo a maturidade. O ritual barulhento com tambores e latas tem por função acordar a Deusa, a Terra. No hemisfério Sul o Equinócio de Primavera ocorre a 21 de Setembro.
Ostara traz uma época de tempestades, raios iluminam o céu escuro, e no hemisfério norte é possível sair para locais abertos pois está menos frio, passeios ao ar livre são uma atividade deste período. Os ritos pessoais de Ostara incluem plantar sementes que depois se acompanha crescendo, e na Europa os coelhos e ovos são também um símbolo deste período, as famílias se reúnem e decoram ovos com tintas naturais.

Beltane (01 de Maio HS – 1 de novembro ): a jovem Deusa e o jovem Deus se unem no casamento sagrado, e ritos de fertilidade como a dança ao redor do mastro e as guirlandas de flores selam a união. Rituais ao lado de fogueiras celebram o casamento sagrado, e cestas de prosperidade cheias de flores e frutos são dadas de presente. No hemisfério Sul ocorre a 01 de Novembro).
Beltane sempre foi a festividade mais ligada à Terra, e a mais animada entre os celtas. Uma atmosfera de alegria faz com que se demonstre gentileza a estranhos, e mesmo nos dias de hoje se tem o costume de trocar cestas, preparando especialmente a cesta de cada amigo com as coisas que ele gosta e símbolos das coisas que você lhe deseja. Comemorações na cidade dificilmente podem incluir uma fogueira, mas uma churrasqueira acesa congregando amigos tem o mesmo efeito, e as guirlandas de flores podem ser substituídas por pequenos ramos ou vasos colocados em seu local de trabalho e casa.

Litha ( Midsummer, Solstício de Verão, 21 de Junho 21 de dezembro): associado à Lua Cheia, o dia mais longo do ano, a culminação da Luz que doravante levará ao decréscimo da quantidade de Luz. O Deus se torna consciente de que vai ser pai, e assume responsabilidades, a Deusa, plena de vida, emite Luz e regozija-se. No hemisfério Sul o Solstício de Verão ocorre a 21 de Dezembro.
Litha é um período de equilíbrio, em que balanceamos nossa busca espiritual com a vida real e suas necessidades, e oferecemos aos outros trabalho prático, que pode ser ajuda voluntária dedicada a qualquer boa causa. Uma boa faxina em casa, talvez uma pintura, novas cores ao redor, arrumar armários e doar o que não se usa podem trazer ordem ao espírito, e abrir caminhos para novos projetos. Antigamente se fazia bolos que lembram o símbolo solar (redondos, com um furo no centro), decorados com flores e sementes, e se usava roupas verdes.

Lughnasad (Lammas, 01 de Agosto HS 2 de fevereiro): os frutos aparecem na vegetação e ocorre a primeira colheita, o ventre da Deusa cresce, o Deus está no ápice de sua força. Com o primeiro trigo colhido dão feitos pães coloridos .No hemisfério Sul ocorre a 01 de Fevereiro.
Lammas é o período de colher, escolher e de estocar alimentos. Fazer compras em mercados, feiras, e lojas de comida em geral pode ser um exercício ritual. Ao escolher as compras pensamos em cada um dos familiares que irão consumi-las, e em como os queremos bem e queremos que suas vidas frutifiquem. Pensamos em cada um que plantou, cozinhou, colheu, transportou, e transferimos a eles e ao seu trabalho nossas bênçãos. É hora de honrar nossos ancestrais, então nada melhor que uma refeição especial em família para agregar estes símbolos, tendo ao centro um pão especial, que é a oferenda feita com os grãos da colheita, e pães especiais devem ser preparados para as crianças, pois elas são as sementes de colheitas futuras.

Mabon (Equinócio de Outono, 21 de Setembro HS – 20 de março ): tempo de colheita, tempo do grande Deus / veado-rei ceder sua posição, fabricação de vinho, colheita de frutos. A Deusa chora por seu consorte, que para defender o povo partiu em batalha, e este é outro ponto de equilíbrio entre dia e noite, mas sabemos que gradualmente a noite vai ganhar terreno, gerando uma crise de consciência à vista das mudanças que estão por vir. No hemisfério Sul o Equinócio de Outono ocorre a 21 de Março.

Mabon é um período de morte e renovação, quando as folhas ficam douradas e as hortas se reciclam, e antigamente se abatia animais cuja carne seria salgada para consumir no inverno. Na cidade, a melhor forma de celebrar este sacrifício ritual, é doando o que não se usa mais, especialmente roupas, para pessoas carentes, ou fazendo tarefas que normalmente se considera um sacrifício, conscientes de que o sacrifício imprime autodisciplina. Muitas tradições consideram Mabon o tempo da água, e freqüentemente fazem rituais à beira do mar ou lagos, símbolos dos ciclos eternos das marés. Em geral, qualquer ritual ou reunião de Mabon deve haver muita música, canto em conjunto e companheirismo.

Samhain (Noite da Almas, All Hallows Eve, 31 de Outubro HS – 1 de maio ): É o ano novo celta, a colheita terminou, as plantas morrem e suas sementes ficam dentro do solo gelado esperando pela oportunidade de crescer; a Deusa reina como Anciã e o Deus está do outro lado do véu, no mundo dos mortos (Summerland), de onde vê o nascimento de sua semente, o jovem Deus renascido. Este é o tempo de honrar os mortos, nos rituais sempre se reserva lugares para os parentes que já partiram se sentarem e se reunirem com os vivos, e vemos a trama da reencarnação girando eternamente a Roda. No Hemisfério Sul ocorre a 30 de Abril.

Samhain encerra o ciclo do ano, e no hemisfério Sul este período é marcado pela passagem mágica das borboletas, símbolo máximo da morte e renascimento, da impermanência e da liberdade. No hemisfério norte, é a chegada do frio. O espírito de Samhin é de encerrar de forma correta ciclos que passaram, desde amizades e empregos perdidos a relacionamentos longos que não mais são positivos. Na cidade, o foco de celebração é o Halloween, com doces e crianças, abóboras esculpidas e decoração com espigas de milho, castanhas e sementes de toda espécie. A frase pagã que descreve Samhain é: ” Tudo que foi perdido se encontra novamente, sob uma nova forma, de um jeito novo”.

A EVOLUÇÃO DO HOMEM (da Idade da Pedra ao Egito)


Trecho retirado do livro Colonia Capella –  outra face de Adão
psicografado por Pedro de Campos pelo espirito de Yehoshua ben Nun (profeta Josue)

No decorrer dos milenios o homem houvera aprendido os benefícios que as plantas proporcionavam á vida, curando doenças e oferecendo alimentação. Percebera também que da semente vegetal nasceria uma mesma planta , e que essa planta possuía um ciclo de reprodução bem definido, repetindo-se a germinação em certas épocas com mais facilidade. Em outras palavras  ele percebeu que no interior de uma semente de trigo escondia-se o intelecto organizado e dormente, capaz de despertar e gerar um imenso trigal.

Por volta de 8mil ac, o homem descobre que poderia plantar certos vegetais para consumi-los com regularidade, na medida de sua necessidade, em vez de ter de procurar ao acaso, com o risco de nao encontra-los e ficar sem o alimento e o remédio de que precisava.

Assim gradativamente surgem pequenas plantações á beira de rios e lagos com o manejo rudimentar da semente e da terra. As plantações aumentam progressivamente na medida em que o homem descobre as épocas mais propicias á semeadura. (…) Aumentam na medida em que ele executa novas formas de irrigação e inventa melhores ferramentas para lidar com a terra.

(…) na medida que sao gerados excedentes na produção agrícola propiciariam o surgimento dos primeiros povoados(…) onde a troca de mercadorias , na realização do comercio , TRANSFORMARIA POR COMPLETO A VIDA DO HOMEM, dando inicio ao desenvolvimento das PRIMEIRAS CIDADES ORGANIZADAS propriamente ditas.

Alem dos frutos e folhas comestíveis, surgem as primeiras plantações de cereais, onde observamos pequenos campos de trigo, milho, arroz e cevada nas regiões do Oriente Medio. (…) Surge o pao, primeiro alimento de cereais elaborado pelo homem.

Com o passar do tempo, as terras cultivadas aumentam, e a rotação das plantações fertiliza o solo. O rendimento das colheitas sobe, (…) A fartura impera, o ser humano obtem mais bem estar de vida. (…) Surge na antiguidade a primeira fazenda agrícola, tudo esta pronto para fazer emergir as PRIMEIRAS GRANDES CIDADES DO NEOLITICO.

RELAÇÃO COM OS ANIMAIS

A amizade estabelecida entre o cão e o homem remonta ao tempo de chegada dos capellinos ao Oriente Medio, logo após as migrações do pamir. A partir do momento em que o homem deixou de caçá-lo, o cão isolado da matilha e dependente de alimento aproximou-se dele devagar, interessado em conseguir comida. Na medida em que a obteve, tornou-se seu amigo e confiou nele para sobreviver. Passou a segui-lo nas caminhadas, submeteu-se as suas ordens, e fez do agrupamento humano a sua matilha, defendendo-a em todas as situações de perigo.

Contudo a domesticação de outros animais iniciou-se nos milênios posteriores, com a aproximação do Mesolitico. Houve uma época em que os territórios de caca passaram a ser disputados por grandes tribos que não permitiram incursões a seus domínios. A boa caca tornou-se rara, e a cacada mais dificil. Por esses tempos o homem percebera que poderia cercar alguns animais mais dóceis em estábulos e faze-los reproduzir.

Assim nos planaltos dos atuais Ira e Iraque a cabra e’domesticada, e surge o pastoreio. Ao se inciar o Neolitico, TODOS OS ANIMAIS MAIS DOCEIS JA ESTAVAM DOMESTICADOS.

A domesticação de animais foi possível em razão de o intelecto geral de certas espécies (ESPIRITO GRUPAL QUE NORTEIA A CONDUTA INDIVIDUAL DE SEUS ELEMENTOS – escrevi um capitulo somente a este respeito neste blog) haver caminhado o suficiente na evolução psiquica de modo a torna-las relativamente pacificas.

Os animais, EM VEZ DE SE UTILIZAREM INSTINTIVAMENTE DA FORÇA BRUTA, (…) passaram a usar o intelecto para observar a reação do homem que se apresentava a sua frente. Percebendo nele uma passividade diferente da de outros animais , e também uma amizade induzida pela oferta continuada de alimentos, que lhes possibilitava sobreviver, foram capazes de associar que o bem estar próprio estava vinculado a convivência próxima do homem. Assim ANIMAIS DE INTELECTO PACIFICO, O CAVALO, O BOI, O PORCO, O CAO, O GATO, A CABRA e outros, submeteram-se ao convivio e ao dominio do ser humano.

Por outro lado, os animais que haviam caminhado menos na escala evolutiva, possuidores de forte instinto selvagem, como o lobo, o tigre, o leao e as demais feras agressivas, assim permaneceram e ficaram distantes do dominio humano, continuando a ver a outra espécie, diferente da sua, como inimiga mortal.

A domesticação de animais deu ao homem fontes seguras e regulares de alimentação , matéria prima para confecção de roupas e calcados, forca motriz para o trabalho e meios de locomoção mais rápidos e eficazes, alem de possibilitar melhores condições de defesa e ataque.
Nas estepes da Asia e Oriente Medio o cavalo foi domesticado e produziu soberbas alterações na conquista de terras e na expansao do homem para outras localidades. Os guerreiros destas regiões montavam cavalos velozes e deslocavam-se as mais longinquas terras , invadindo e dominando facilmente outros povos que jamais haviam visto um cavalo montado anteriormente.

comentário meu: é interressante e ao mesmo tempo vergonhoso notar que no neolitico sabiamos respeitar mais os animais do que hoje…; Fico ainda mais possessa quando os pseudo vegetarianos (aqueles de quem ja falei anteriormente, os que tem nojo de carne) apregoam a suspensao total do uso dos animais. Eu me pergunto: e’melhor convivermos com as outras especies atraves de respeito e troca ou e’mais digno deixa-los no ocio e em prisões, digo, zoológicos, para terminarem suas vidas em absoluto stress????

Eles se deixaram domesticar pois tem espirito, também partilham de uma EVOLUÇÃO ESPIRITUAL, e no’s devemos ACORDAR PARA ESTE FATO!!! NAO SOMOS SUPERIORES, SOMOS APENAS DIFERENTES, E TEMOS A OBRIGACÃO DE DIVIDIR O PLANETA COM ELES, RESPEITA-LOS E TRABALHAR JUNTO COM ELES!!!!!

 

continuacao do livro:

Desde a epoca da antiguidade o homem pré hindu faz da vaca sua ama de leite, o animal que alimentara seus filhos, e sua ajudante principal no trabalho com a terra para o cultivo. Por essa razão elevou sua consideração para com essa criatura animal, a ponto de bem conserva-la para toda a vida. Reconhecendo nela grande valor, cultivou a pureza de sentimento para com o animal e imaginou que ele fizera o mesmo para com o homem. Em agradecimento louvou a vaca nos tempos difíceis, pois dela precisava para viver. Adorou-a e passou a considera-la um animal sagrado, acreditando que ela seria a última encarnação do espirito no reino animal. Como derivação desta imensa gratidao estendeu sua consideração a outros animais de maneira geral, a ponto de considera-los criaturas dignas de viver uma vida completa , sem interrupção por morte prematura.

Como fruto de suas abstrações sobrenaturais acreditou que cada animal abrigaria em si mesmo uma alma, a qual poderia ser a de um homem que houvesse decaido de sua esfera espiritual por não ter vivido uma vida absolutamente pura numa existência anterior, e por isso mesmo deveria encarnar num corpo de animai irracional (metempsicose) para saldar suas obrigações passadas.
(…)
Não obstante o engano de interpretação, a sensibilidade desenvolvida para a preservação da vida animal fez, meritoriamente, o homem pre hindu considerar o vegetarianismo condição obrigatória para se manter puro, e assim melhorar sua condição de quebrar o ciclo sucessivo de reencarnações, ao qual todo espirito humano esta sujeito, ate obter a sublimacao e emancipar sua vida espiritual.

Apesar desta regiao da Asia ser habitada por seres da espécie humana ha mais de dois milhoes de anos, conforme atestam os fosseis la encontrados, os primeiro humanos da raca branca que la chegaram são recentissimas.

De fato as migrações do Pamir somente chegaram ao Cáucaso por volta de 21 mil ac. Ali encontraram nativos de pele pardo avermelhada e de grande constituição óssea, com os quais ampliaram sua base genética.

Em prosseguimento a vida, especiaram por varios milênios no Caucaso ao comando de geneticistas do Alto, os quais, empregando recursos espirituais na elaboração do tipo caucasiano, em conformidade com as condições naturais previamente escolhidas por eles, produziram o tipo ariano caracteristico.
A marca dos milênios ja houvera transcorrido, e o tipo humano mais recente erguera-se triunfante para predominar nos tempos que viriam.

NUMA EPOCA QUE ANTECEDEU A CONSTRUÇÃO DAS GRANDES PIRÂMIDES DO EGITO, uma tribo de arianos que habitava ao sul do mar Caspio infiltrou-se pelo norte do Ira, em direção ao Oriente, e formou acampamento regular nas regiões baixas próximas ao Pamir, as margens do rio Mugab. Em seguida , após tempo razoavel de permanência ali, a partir de 2500 ac parte desta tribo de arianos adentrou o vale do indo e o territorio ocidental do Ganges, estabelecendo-se em ampla região.

Os árias, após derrotas e conquistas realizadas, ao contatar civilizações mais antigas ali estabelecidas, confraternizaram-se com elas em espirito, pois também aquelas eram compostas por espiritos degradados do mesmo orbe de Capella.

Assim, por afinidade de ideias cósmicas, absorveram dos povos conquistados parte da cultura ha muito desenvolvida por eles, e mesclaram seus conhecimentos de SABEDORIA DIVINA (VEDAS), constituindo em comum uma pleiade inumeravel de seres cosmicos sobrenaturais, divindades propensas ao bem e ao mal.
Entretanto foi somente cerca de um milenio apos a invasao, por volta de 1500 ac, que os arianos vedas, dotados de conhecimento religioso avançado, registraram em sanscrito arcaico , lingua falada por eles e EXPRESSAO CAPELLINA RUDIMENTAR, parte da sabedoria de remotas epocas, e que seria nos seculos posteriores, vertida definitivamente para o sanscrito corrente pelos sacerdotes (bramanes).

nota: Vedas

(conhecimentos) – revelados por espiritps de sabedoria aos Rishis, mediuns videntes da alta antiguidade e cujas quatro principais obras sao:

Rig Veda – veda dos hinos e louvores ao Brahma, mostrando a divisão dos deuses, cada um controlando uma dimensão do Universo;
Yajur Veda – formulas e oferendas
Sama Veda – das melodias
Atharva Veda – das receitas magicas

Depois surgiram outras obras, que são derivações destas:

Brahmanas: rituais, formulas, tradições mitologicas; cerca de 1000 ac;

Upanishads: tratados secretos e filosóficos ; 500 ac;

Ramayana: poema celebrando a conquista do sul da India; 400 ac;

Mahabharata: poema que conta a luta entre as tribos da antiga regiao do Ganges; 400ac;

Manusmristi (leis de Manu): criacao do mundo e especie humana, bramanes, governos, leis , castas, expiacao, reencarnacao e redencao do espirito humano; 300ac;

Bhagavad – Gita: ensina a conduta justa do ser humano, e’ o livro sagrado do hinduismo atual; 200ac;

A lenda surgida no inicio da era vedica conta a existencia do deus Indra, que chefiava os invasores arianos em suas marchas de conquista (…). Indra foi transformado muito posteriormente em Visnhu, atualmente Krishna.

Dentre os aliados de Indra estavam os Maruts, jovens (…) que alteravam o tempo e produziam chuvas e tempestades. Eram chamados filhos de Rudra (…) uma divindade ambigua, (…) adorada pelos invasores arianos, pois os ajudava a destruir os inimigos. Posteriormente chamado de Shiva, um dos maiores deuses hindus.

Os arias acreditavam tambem na existencia de verdadeira legiao de demonios, os Asuras, que formavam assombroso exercito do mal. (…)

Veneravam tambem deuses cosmicos, como Dyaus – Pitar (deus do ceu), consorte da mae terra,  e o Deus supremo, doador da chuva e da fertilidade; inclusive era o pai dos deuses e dos homens, embora nao fosse o Criador.

Os arias acreditavam num PODER CRIADOR denominado Prajapati (senhor das criaturas), figura descrita nos Vedas e que mais tarde seria denominado Brahma (absoluto). Ele e’assim como os outros deuses, manifestação de uma ALMA UNIVERSAL, A ESSENCIA NAO CRIADA, O BRAHMAN.

As grandes piramides do Egito ja estavam em fase de conclusao, e Abraao, o patriarca do povo hebreu somente haveria de nascer varios seculos depois. (…)

Os arianos vedas reservaram para eles proprios duas classes (os castas): a dos sacerdotes (bramanes) e dos guerreiros (chatryas) (…) Para a maioria do povo destinaram a terceira casta, os vaixas (artesaos, agricultores, comerciantes). A quarta casta era formada pelos servicais, os sudras.

Em beneficio de suas proprias castas ensinaram ENGANOSAMENTE que a criatura uma vez nascida numa casta, dela nao sairia, salvo em outra encarnaca do espirito.
O orgulho daquelas almas Capellinas em desterro fe-las esquecer do compromisso assumido no passado de promover a evolucao da Terra em todos os sentidos, fisico, moral e religioso. Contudo o carma que ensinaram de forma distorcida ao povo tambem as fez retornar encarnando as mesmas condicoes dos que haviam subjugado, para expiar as penas que haviam imposto no passado.

(…)

A multiplicacao das castas ocorreu de forma espantosa, atingindo na India , no inicio do sec XX algo em torno de 3 mil castas. O descuido no uso da razao em assuntos religiosos fez emergir um ponto cego de raciocinio do povo hindu, (…) onde a verdade permanece velada esperando que o bom senso e o conhecimento a liberte de seu cativeiro. Nem a reforma de 1947, nem os esforcos de Gandhi foram suficientes para eliminar este enganoso conceito em que se debate o povo hindu desde a sua formacao inicial.

As autoridades hindus fizeram leis abolindo o regime de castas na India (…) mas nao bastam leis para alterar os costumes e as crencas que vigoram ha milenios na cultura de um povo.

(…) Gandhi alem de exigir a abolição das castas, que condicionavam o povo a ESTAGNACAO EVOLUTIVA, tambem se posicionou favoravel a separacao do Paquistao a fim de evitar o derramamento de sangue entre hindus e muculmanos. Isto atraiu o odio dos fanaticos, ate que um deles planejou sua morte em 1948, quando Gandhi se dirigia a um templo em Delhi.

 

Onda Mental

Imagine que tudo o que vemos seja a manifestacao em materia de uma serie de criacoes paralelas de varios deuses, e que , por exemplo, os animais sejam uma manifestacao desta criacao onde o espirito do deus que os criou nao esta encarnado nele, mas sobre todas as criaturas da mesma especie, e que nos somos as unicas manifestacoes de Deus onde o espirito esta encarnado na manifestacao, que e o corpo fisico. Imagine que assim entramos em outro estágio de aprendizado ou de especializacao, onde temos que interagir com todos os outros espiritos de nossa especie, e que assim criamos a nossa propria realidade atraves de nossos pensamentos, mas estamos ao mesmo tempo sujeitos ao universo paralelo criado pelos outros deuses, que sao os outros seres humanos.

Imagine agora que assim estamos na verdade todos interligados e interferindo nos outros universos quando intergimos com todas as outras criaturas, assim entrando em contato e sendo tambem afetados pelas vibracoes destas outras criaturas, que neste plano que nao e o material, mas o plano mais amplo das vibracoes que acabam por plasmar o que consideramos material, sendo estas outras manifestacoes desde um pedra (que e apenas energia vibratoria), um animal (que pode ser tanto uma criacao recente qunto uma manifestacao tamebem de um deus encarnado), uma planta (que esta em um estado vibratorio ainda mais ligado com a Deusa ), ou um outro ser humano.

Desta forma podemos dizer que somos deuses em criacao e ao mesmo tempo criadores, desde que conscientes desta capacidade.

Convivemos e coexistimos com todos estes universos, aos quais nos atraimos ou repelimos de acoro com a frequencia de nossa propria vibracao, o que nos torna capazes de sintonizarmos os sinais de acordo com nossa faixa magnetica/ vibratoria.

Sabemos que tudo o que se manifesta e um conjunto de particulas eletricamente carregadas, que de acordo com as suas vizinhas, trocam eletrons e modificam a sua estrutura quimica.

E ainda nao podemos esquecer de que qundo vibramos em uma certa frequencia e encontramos outras vibracoes iguais, tornamos o comprimento da onda maior, sujeitando os campos magneticos a nossa volta a serem tambem modificados.

A criacao e incesssante, cada vez que emitimos um pensamento, a sua amplitude magnetica que e espelhada pela sua imagem mental cria uma entidade , que se nao for alimentada ira perecer, porem se outros pensamentos de padrao eletrico semelhante forem a ela acrescidos, teremos entao o nascimento de uma nova criatura, que ira a partir dai se locomover e se expandir conforme pensamentos semelhantes forem a ela se somando.

Por isso e que diz-se para tomarmos cuidado com o que se desejamos, pois todo pedido, toda prece e oracao, toda maldicao e toda a maldade sao alimentos destas entidades, e somos responsaveis por elas, pois o nosso pensamento , mesmo mandado para o espaco/ universo, esta sempre ligado a nos por um fio imperceptivel, mas que ira mostrar de que fonte foi gerado…

O mais interessante e percebermos que tudo o que nos acontece e de alguma forma resultado do que plasmamos primeiro no nosso mundo mental, e temos o poder de alterar tudo, desde que nao nos deixemos levar pelo pensamento facil da derrota. O estado de equilibrio da mente, que e o verdadeiro NIRVANA e nao o mais dificil de se atingir, mas o mais dificil de se manter…

Voce e criador da sua propria realidade, seja de modo voluntario ou apenas porque se deixa levar pelas vibracoes ao seu redor. Desta forma temos o pensamento depressivo, onde nao achamos saida pois estamos envoltos em uma nuvem magnetica negativa criada por nos e pelos outros, e temos tambem a capacidade de alterar toda a nossa realidade, apenas com o poder vibratorio da modificacao de pensamento.

O Corpo Mental


O Corpo Mental

O mental possui uma frequencia mais elevada que o corpo elétrico. A mente é mais complexa que as emoções, nela é possível a sutileza, a originalidade e o poder conceitual, e pode nos levar ao falso raciocínio e auto ilusão.

Filosoficamente este falso raciocínio é mostrado nas premissas maiores e menores que podem , se mal colocadas, nos levar á conclusões falsas corretamente baseadas.
Por isso que a filosofia difere em muito da espiritualidade quando é uma ciência que procura basear tudo em conclusões lógicas. Se não possuimos os dados corretos, ou não os interpretamos de maneira correta somos levados á conclusões erradas, mesmo que seguindo o pensamento lógico.

Os hábitos e e padrões da mente podem não apenas afetar o processo de doença de maneira adversa, como também representa uma força poderosa para a saúde, o crescimento e a mudança.

Mentalmente nós definimos novas sinapses a todo momento, e com a repetição, reforçamos estas mesmas sinapses, que são as conexões nervosas entre os neurônios. Através da mudança do nosso próprio pensamento somos capazes de destruir e construir estas mesmas sinapses a todo momento.

AS DIMENSÕES ÁTMICA, BÚDICA, CAISAL, MENTAL, EMOCIONAL E ETÉRICA NÃO ESTÃO ACIMA OU ABAIXO UMA DAS OUTRAS, MAS SE INTERPÕEM E INTERPENETRAM EM TODOS OS PONTOS E QUANDO O RELACINAMENTO É HARMONIOSO A PESSOA É SAUDÁVEL E EQUILIBRADA.

Á semelhança do corpo astral, a velocidade, o brilho das cores, o ritmo e a luminosidade dos chakras indicam o poder e a qualidade da mente, bem como as áreas de desenvolvimento especial, observaçao, memória ou imaginação.
A qualidade das nossas ações, que resultam em criação material, é a composiçao estruturada dos nossos pensamentos. Os conceitos de passado, presente e futuro são facilmente vencidos quando avaliamos nossa maneira de pensar. Um pensamento de tristeza hoje,  revivido intensamente causa em nós a mesma tristeza, porque para o fluxo energético da nossa mente não existe tempo pré estabelecido.
Se nós estamos estagnados em um padrão energético de baixa vibração, como no exemplo da tristeza, não renovaremos suficientemente o fluxo energético do nosso corpo. Em decorrência disso, nossos órgãos que são geneticamente propensos é adoecer entrarão em colapso.
A nossa consciência possui uma liberdade ilimitada, pos isso ela esta sempre tentando fugir de instrumentos mentais ou conceitos pré determinados que cria para medir as posições relativas das coisas que existem.
Todos os nossos sentimentos, pensamentos e emoções passados permanecem em nós, nossa dependência diária de pensar e de usar os sentidos não nos ajuda para que notemos a sua continuidade sem fim.
Devemos usar nossa mente para pensarmos no hoje, sem ficar recordando erros passados ou tentando controlar o futuro. Se voltarmos atenção para o presente, para tudo aquilo que estamos vivendo e experimentando no momento, estaremos ampliando a lucidez da nossa consciência. Dessa forma a capacidade de percebermos o que é necessário fazer para prosperarmos individualmente alcançará proporções não egoísticas.

Quando as pessoas tomarem consciência do PODER TRANSFORMADOR DO PENSAMENTO , de que a mente apenas depende do cérebro para se expressar de forma física  que transcende este afetando diretamente outras pessoas através da ENERGIA QUE LIBERAMOS como pensamentos e emoções, teremos mais responsabilidades com nossas ações.

 

 

O Eu Superior – Corpos Causal, Átmico e Búdico

Os corpos causal, búdico e átmico são mais sutis que os 3 anteriores. Existem outras denominações para estes corpos mas o que importa é que são a origem do que há de de melhor em nós, exercendo poderosa influência no crescimento e transformação. De acordo com os princípios reencarnatórios, os frutos da experiência que transformamos em qualidades permanentes assinalam a evolução do EU individual.

 

O CORPO CAUSAL é o centro da consciência egostista (ou da alma), sendo relativamente estável, atravessando todo o ciclo das reencarnações, somente se dissipando após a quarta iniciação, quando a necessidade de renascer não existe mais ao ser humano.

É o veículo da consciência superior, o templo divino em nós. Nele se encontra a explicação para problemas que vão além do emocional e do mental. É uma dimensão que  permanece através de todas as mudanças no decorrer de uma vida, dando-lhes significado e continuidade. Estas passam através das vidas no interior deste corpo, tornando-se uma combinação das suas qualidades mais elevadas do EU : a consciência, a percepção interior, a intuição ou conhecimento direto, a criatividade, a intencionalidade, o anseio ao divino, ao amor, ao bem, as formas mais puras de compaixão.

 

É nele que se econtram as verdadeiras causas daquilo que somos aqui e agora, as sementes de qualidade de nossa mente e do nosso coração. Um estímulo energético positivo pode não influenciar estes corpos superiores, mas a harmonia e felicidades decorrentes de um equilíbrio interno emitirá frequência vibratória tão alta que lá encontra ressonância.

 

Dentro das classificações dadas existem duas subdivisões:

 

O EU INFERIOR: corpo etérico, astral ou emocional, e corpo mental. Este plano está ligado ás experiências cotidianas, fatos e emoções presentes constantemente nas nossas necessidades humanas básicas e nos estreitam á uma visão mais ampla. Nestes estão os nossos pensamentos superficiais de baixa frequência vibratória que refletem os processos patológicos.

 

O EU SUPERIOR: formado pelos corpos causal, átmico e búdico, que constituem a FASE ENERGÉTICA do ser humano, interpenetrados e interdependentes, acredita-se que não façam parte dos processos patológicos pois estão em uma dimensão muito sutil onde não sofrem interferências das vibrações inferiores.

 

Somente quando o plano inferior de uma pessoa se harmonizar é que ela poderá entrar nestas multidimensionalidades, ou outros níveis de consciência que fazem parte do eu superior. Isto se concretiza através da IMAGINAÇÃO CRIATIVA, que leva o ser á entregar-se incondicionalmente a ideais superiores. Desta forma seu padrão energético possuirá uma alta frequência que o permitirá entrar em ressonância com padrões vibratórios muito sutis. (inspirações)

 

O conhecimento humano sobre estes processos ainda é muito restrito, cabe a cada indivíduo buscar resultados através de manifestações mentais. Devemos estar harmonizados para que os impulsos de nossa inteligência criativa se manifestem e para que possamos organizá-los. A capacidade de organizar nossos pensamentos é fundamental para desdobrarmos nossa personalidade e analisarmos nossas deficiências e propensões, que, superadas nos conduzirão á novas formas de percepção frente aos outros seres, ao planeta, e ao universo em que vivemos e do qual fazemos parte. A CHAVE É O AUTO CONHECIMENTO.

 

Como neste texto os últimos 3 corpos foram analisados de forma conjunta, irei pesquisar em novas fontes para trazer maiores e mais detalhadas informações.

atman – em alemão:respiração, referente ao ar

búdico – interessa aqui ler a parte deste blog sobre Buda e a iluminação

 

Interessante estudar toda a física que concerne á ONDULATÓRIA para podermos compreender de maneira real e não somente intuitiva as manifestações citadas.